Novamente estamos entre a distância e o tempo, a combinação mais destrutiva para relações onde não há força, mas seguimos fortemente de mãos dadas.
E por mais que a distância seja de proporções oceânicas, largar sua mão seria desistir daquele sorriso que me traz alegria, daquele abraço que me traz segurança, daquelas palavras que me confortam.
Largar sua mão seria desistir da felicidade.
Em cada lembrança deixada, vejo um motivo novo para sorrir.
Esses motivos se estenderão durante o tempo, perpetuando nossa amizade até que, por fim, nos reencontraremos para renovar nossas lembranças.
Uma homenagem a Tamyris Vieira Caser, uma grande amiga















